Quem nunca sentiu a dualidade amor vs ódio? Quem nunca teve vontade de esganar a pessoa que amamos apenas e somente por não conseguirmos odiá-la? Para ti, para mim e para todos os que sabem do que falo, aqui fica um excerto de um filme.
“Odeio o teu jeito de andar,
e o teu cabelo sem corte,
Odeio como diriges o meu carro.
E como me ficas a olhar...
Odeio quando lês a minha mente.
Odeio-te tanto que isso me abate...
E até me leva a rimar.
Odeio quando me fazes rir,
E ainda mais quando me fazes chorar.
Odeio quando não estás por perto,
E quando não me ligas.
Mas mais do que tudo, odeio
o modo como não te odeio,
nem um pouco, nem por um segundo
nem nada...”
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