Acho que se chama a isto crescer.
Nem sempre é simples perceber, e muito menos de admitir, que já não somos miúdos, com vontade de correr o mundo, andar na rua descalço, brincar até tarde com os amiguinhos, jogar ao bate-pé, escrever cartinhas de amor. Sim, cartinhas. Pequenas, coloridas e ingénuas.
O tempo passa e não para.
Bem, isto tudo só para dizer que hoje é isto que me marca.

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